2 de Copas

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Bom dia! :-)

Vocês conseguem enxergar o meu sorriso? Ele está tão grandioso que é capaz de atravessar a tela do computador...rs E não pensem que este 2 de Copas já está sacramentado! Não... Ainda não! ;-) Mas eu estou usando o bom e velho método da gratidão: já sou eternamente grata por este amor maravilhoso que entra na minha vida. Até porque ele ainda não entrou, mas tem nome, RG e CPF.

Curiosos? Pois vão ficar...rsrsrsrs 

Então... :-) (não consigo parar de sorrir, desculpaê!) Vamos falar do 2 de Copas em uma sexta-feira de Vênus e desta dupla influência amorosa, romântica e bela em nossas vidas. Hoje, é um daqueles dias em que não vamos poder rodear muito o tema não... É sexta de amorzinho mesmo!

Vou contar pra vocês as reflexões que ando fazendo sobre amor e relacionamento... E nunca pensei que iria falar isto um dia na vida, mas vou falar (escrever): amor é amor... Relacionamento é relacionamento (e antes que alguém pergunte, sexo é sexo...rs) Eu sempre coloquei tudo no mesmo pacote e achava que era isso e pronto. Não... Não é.

Já consegui namorar e fazer sexo com quem não amo (mas gosto bastante). Já amei quem eu nunca cheguei a namorar. Já namorei e não fiz sexo (quando eu era mais jovem, fazia isso com muita frequência, inclusive). São coisas diferentes que deveriam andar juntas... Mas são diferentes.

Normalmente, se fala muito da diferença entre amor e sexo. Mas se esquecem da diferença entre amar e relacionar-se. Infelizmente, existem pessoas que amamos, mas que dificilmente conseguimos manter um relacionamento. Já outras, podemos não amar, mas se deixar, continuamos com elas durante anos! Por que? Eu poderia dizer que o que define a longevidade de um relacionamento é a vontade de ambos os envolvidos de permanecer na relação. Mas não é só isso (e isso já daria muito trabalho). Existe uma capacidade, um talento que algumas pessoas têm, de renovar e transformar a relação de tempos em tempos. Namorei um moço (amigo que não cheguei a amar) por três anos desse jeito. Éramos como água e óleo! Verdadeiro milagre termos namorado mais que uma semana! Mas ele tinha esse dom...

Relacionamento é uma coisa complicada, todos sabem... Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o maior problema não é a rotina, é a cegueira. O que faz um casamento acabar não é dormir junto, acordar junto, viajar junto, resolver os desafios da vida juntos, etc... O que faz um casamento acabar é deixar de enxergar o outro... é não mais perceber suas mudanças de humor, o corte de cabelo, a expressão de stress ao chegar do trabalho, os desejos, os sonhos. O casamento acaba quando fazemos do outro um anexo nosso. É quando o sentimento de posse é tão grande, que a gente acredita que pode fazer o que der na telha que a pessoa continuará sendo nossa... e mesmo que ela vá embora, ainda assim, será nossa. Não, não será.

Por tudo que eu acabei de dizer, fica fácil entender porque pessoas egoístas e/ou egocêntricas têm dificuldade para se relacionar. Não parece importante reparar no outro, quando há tantas coisas para reparar e cuidar em si mesmo. Algumas pessoas dizem que em todo relacionamento um faz o que quer e o outro se adapta. Acho triste pensar assim. E acredito, firmemente, que as coisas não são porque são... Elas são porque nós as fazemos desta ou daquela maneira. Quando dizem que o casamento é uma instituição falida, seria melhor dizer que a vontade das pessoas de compartilhar uma vida é pequena e frágil demais para que elas se mantenham juntas e felizes por muitos anos. O casamento não é algo por si só, ele é a união de duas pessoas que, a princípio, possuem vontade própria (ou ao menos deveriam).

Amar não é uma escolha... É algo que acontece! Relacionar-se é uma escolha! E sendo uma escolha, deve-se pensar bastante, analisar se existem talentos naturais para isso. Nem todas as pessoas possuem talento para se relacionar... Ok... Não há problema nisso! Namorar e casar não deveria ser uma obrigação, mas uma opção.

Por isso, convido todos vocês a refletirem nesta sexta-feira de 2 de Copas. A pergunta que devemos fazer é: eu tenho um talento (além de uma vontade) para me relacionar? Para namorar, para casar? Eu já fiz esta pergunta para mim mesma tantas vezes que até cansei! rs E acho que nem preciso dizer a resposta para vocês... Mas é fato que os anos me deixaram mais madura e experiente. Isso quer dizer que não vou mais namorar, casar ou mesmo errar? Não...rsrsrsrs Mas prometo pensar bastante desta vez, antes de tomar uma decisão mais séria ;-)

Ótimo amorzinho para todos nós!

A imagem veio daqui


2 comentários:

Grace Labes disse...

Muito legal, primeira vez que entro neste blog e adorei.

Cacau Gonçalves disse...

Oi, Grace!
Seja bem-vinda! :-)
beijo!