2 de Espadas

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Bom dia! :-)

Eu tive um pensamento engraçado logo que vi que esta é a quarta vez que o 2 de Espadas nos visita este ano, em três meses e 10 dias: tô achando que a gente não tá sabendo é de nada, viu? rs

Isso porque um dos significados do 2 de Espadas é a impossibilidade de se tomar uma decisão sábia, porque não sabemos todas as informações que envolvem tal situação... Existem detalhes que não nos foram informados, talvez dados sonegados... talvez, simplesmente, não tivemos a oportunidade de saber de alguma coisa que faz toda a diferença para se tomar uma atitude, uma decisão.

Aí vem a pergunta que não quer calar: o que é que a gente ainda não está sabendo? :-)

Bom, vamos tentar encaixar isso em termos práticos na nossa vida.

Hoje é sexta-feira de Vênus. Dia em que a gente analisa os relacionamentos em geral e especialmente o relacionamento afetivo. Ficou um pouco pior, né? rs Quer dizer que tem algo que não sabemos envolvendo o relacionamento afetivo? Ui! Eu não gosto disso não... Até porque, de um modo geral, quando não sabemos de algo relativo ao relacionamento afetivo, normalmente não é coisa boa, né? Mas sejamos otimistas! Até porque estamos em ciclo de Sol! (Yeah!) Então, desta vez - aleluia! - a tendência é que a informação sonegada ou o fato desconhecido seja positivo ou tenha repercussões positivas. Aguardemos, pois, até que ele chegue a nós.

Mas também temos uma interpretação totalmente diferente para este 2 de Espadas em uma sexta-feira de amorzinho... Com direito até mesmo de outra imagem!

Reparem que linda esta imagem de 2 de Espadas que mostra cada Espada representada por um elemento. Tem a Espada Lua e a Espada Sol, com todos os aspectos, respectivamente, femininos e masculinos.

O 2 de Espadas pode ser a representação dos dois poderes: o masculino e o feminino. Se isso será uma guerra ou uma dança, uma arte, aí somos nós que vamos decidir. Nossas atitudes serão responsáveis por um resultado mais ou menos bacana.

Outra pergunta que podemos fazer é: porque estes poderes precisam estar em oposição? Por que as duas Espadas não podem lutar juntas, do mesmo lado? Por que precisam se desafiar e atacar?

Precisamos sair desta vibração de duelo, disputa, competição... Ao contrário, precisamos unir forças e poderes. Precisamos harmonizar nossas energias opostas, porque elas são complementares.

Então vamos lá! Fazer desta sexta-feira de amorzinho um momento de união e não de separação.

Ótima sexta-feira para todos nós! ;-)

As imagens vieram daqui e daqui


Um comentário:

Fernando Augusto disse...

Rápido como o vento, impetuoso como o vendaval, estamos no reino do ar, o poder é mercurial e o conflito é mental, pois há a mente que mente e a mente que fala a verdade quando diz: - Eu só sei que nada sei.

Gêmeos por exemplo é capaz de se contradizer ou assumir uma outra posição apenas para sustentar um diálogo ou uma discussão, pois há um prazer no embate mental, é como o afiar da lâmina da mente.

As vezes discute-se por nada para se chegar a parte alguma. A mente é um mago enganador, é capaz de por si só criar as mais incríveis elocubrações de forma conveniente para justificar crenças, opiniões, atitudes ou simplesmente vender um determinado "peixe".

Por outro lado, os paradoxos da mente, os problemas que ela cria só podem ser resolvidos num outro âmbito.

Os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando os criamos - Einstein.

O próprio Einstein não levou totalmente a sério o seu pensamento pois nunca conseguiu entender ou engolir a mecânica quântica e que hoje se revela mais e mais aplicável.

O maior segredo para lidar com a própria mente é saber que ela pertence ao exterior, que ela não somos nós. Mas este saber não é o saber da própria mente, é o saber que advem da observação da mente. Somos o observador e ela é o observado. Somos os espreitadores da mente, ela é a presa e nós somos os caçadores. Contudo na maioria das vezes o inverso ocorre. A maioria das pessoas se esquece de si e cai vítima da armadilha da mente, e assim mentimos para nós mesmos porque nos alienamos de nós mesmos. Sempre que me envolvo num conflito mental, num debate intelectual onde estou identificado com minha própria posição me perco de mim e perco a minha energia. É urgente não cair neste trampo, pois se caímos nele geramos uma série de situações que bem poderíamos ter evitado se simplesmente não nos deixássemos levar pela paixão por nós mesmos e pelas nossas supostas idéias perante o outro.

Usemos a mente como observador e sujeito ativo, consciente, sabedor que ela é a nossa serva e não ao contrário.

Sinto muito, me perdoa, te amo, sou grato.

F.A.