Roda da Fortuna

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Bom dia! :-)

E lá vamos nós em mais um novo ciclo! Reparem que já vínhamos de um ciclo Mago/Carro movimentado, com uma energia de mudança. Agora a mudança é oficial! E vamos nos preparar para recebê-la.

Eu encontrei várias imagens muito bonitas da Roda da Fortuna, no entanto, acabei escolhendo esta (apesar da marca d'água atrapalhando um pouco...rs) por uma razão bem específica. E é sobre isso que vou falar agora, pois foi um assunto recorrente durante a semana.

O que é o destino? É uma roleta russa? É o acaso? É uma fatalidade? Bem, cada um tem uma forma diferente de analisar... Vou contar a minha.

Creio que quando nascemos trazemos um rascunho de vida. Neste rascunho temos pontos fixos, questões que devem ser aprendidas, vivenciadas. E temos várias linhas pontilhadas, que são as possibilidades de como vamos fazer isso.

Se eu nasci para superar a necessidade de controlar a minha vida, por exemplo (é só um exemplo, tá gente? rs), eu posso aprender de várias maneiras. Poderia aprender lidando com situações totalmente fora do meu controle, o que provavelmente ia me deixar desesperada. Mas, se eu consegui ter algum mérito nas minhas ações, eu poderia aprender isso trabalhando em um lugar em que tenho uma base material segura, mas que não tenho controle em relação às decisões tomadas e a como as coisas são encaminhadas (normalmente, de um jeito que não me agrada), tipo: serviço público. Percebem a diferença? O aprendizado importante acontece, mas ele pode ter mais ou menos dor. Depende de uma série de fatores, especialmente os resultantes do trabalho interior que fazemos dia-a-dia.

Portanto, para mim, o destino é construído por cada um em relação a como vai vivenciar aquilo que precisa aprender. Não podemos escapar do aprendizado, mas podemos escolher como ele acontecerá, de forma mais tranquila ou mais stressante. O livre arbítrio, enfim, é o direito que temos de escolher sofrer mais ou menos para realizarmos o que viemos realizar nesta vida. Falando assim, parece até simples... Nem sempre é. Somente quando compreendemos quem somos e o que viemos fazer aqui. Mas isso já é outra história, uma história mais longa e complexa.

Quem compreendeu perfeitamente este último parágrafo, certamente vai entender porque eu valorizo tanto o autoconhecimento e porque trabalho com isso, tentando mostrar às pessoas coisas sobre elas mesmas e suas vidas que muitas vezes elas não conseguem ver com clareza.

A Roda da Fortuna está aqui nesta quinta-feira de Júpiter para nos lembrar que não temos o controle de tudo e que coisas acontecem nas nossas vidas que não dependem exclusivamente das nossas decisões, mas devemos ter consciência de que, ainda assim, temos direito ao livre arbítrio e devemos usá-lo sempre com sabedoria.

Ótima quinta para todos nós!

A imagem veio daqui

2 comentários:

Aldo Luiz Fonseca disse...

Ótima quinta para todos nós!

Nosso ego nem sempre processa bem esta ideia - Aceitação é o primeiro passo para a transformação.

"Portanto, para mim, o destino é construído por cada um em relação a como vai vivenciar aquilo que precisa aprender. Não podemos escapar do aprendizado (viemos parar isso), mas podemos escolher como ele acontecerá, de forma mais tranquila ou mais estressante. O livre arbítrio, enfim, é o direito que temos de escolher sofrer mais ou menos para realizarmos o que viemos realizar nesta vida. Falando assim, parece até simples... Nem sempre é. Somente quando compreendemos quem somos e o que viemos fazer aqui. Mas isso já é outra história, uma história mais longa e complexa."

Só para registrar a sincronicidade; roda da fortuna com 5 de Ouros.
Beijos de gratidão.

Aldo Luiz Fonseca disse...

ERRATA
Claudinha, bem que o moço disse que a revisão das revisões é o mais importante quando escrevemos. Naquele "pitaco" do entre parenteses que fiz em seu texto (lindo como sempre) o PARA saiu com um R no final, mas, eu quero que os que leiam saibam que a frase certa é: viemos PARA isso, com a finalidade do aprendizado incessante, infinito...
Peço, aos leitores, perdão pelo vacilo rsrsrsr

Na paz da gratidão