8 de Espadas

terça-feira, 9 de julho de 2013

Bom dia! :-)

Estou vendo alguns narizes torcendo por aí? rs Calma, gente, calma... Eu sei que não era, exatamente, o que vocês estavam esperando, ainda mais em uma terça-feira de Marte, quando a energia que paira no ar é muito ativa e queremos decisões e muita ação, massss... É o que tem pra hoje! :-)

A primeira questão que eu quero abordar, já foi citada logo de cara: o 8 de Espadas é uma carta de dúvida... Uma dúvida que causa paralisia, imobilidade, e estamos em um dia cuja natural energia pede ação e decisão. Como faz?

Não faz! rs

A primeira e mais importante dica é para que não entremos em estado de stress, porque não vai adiantar nada! Vamos aproveitar o dia de forma bem mais produtiva e deixo aqui algumas sugestões.

Se o foco da questão é a dúvida, vamos buscar alternativas para isso que saiam totalmente do âmbito mental. Isso quer dizer que vamos driblar a mente do predador! Ou pelo menos tentar, né? ;-)

Música! Mais música! A música tem o poderoso dom de mudar o nosso ponto de aglutinação. Claro que não é qualquer música... Existem músicas que mexem profundamente com nosso estado de espírito, nos deixam mais leves, alegres, de bem com a vida. Atividade física também é outro caminho com resultado garantido! Recomendo, especialmente, a dança e o yoga (viu, sócio? Falei direitinho!)

Mas também recomendo fazer as coisas que fazemos todos os dias de uma forma diferente: ao invés de pegar sempre o mesmo caminho, fazer outro trajeto... Ao invés de pular da cama e já iniciar o dia na correria, fazer um alongamento ou cantar uns mantras... Descombinar roupas, reimaginar passeios, mudar os móveis de lugar.

Se conseguirmos fazer pelo menos três coisas dessas, com certeza o dia será totalmente diferente e não sentiremos aquele bloqueio, aquela tensão para tomar decisões. Eu já cheguei à conclusão o que mais pesa, cansa, desgasta é a forma como encaramos determinadas situações, ou seja, é como está o nosso estado de espírito. O mais desafiador dos trabalhos torna-se leve e prazeroso se assim está o nosso ânimo.

Bem, vou auxiliar vocês nesse processo, postando algumas músicas que considero altamente entusiasmantes. Degustem! :-)

Ótima terça-feira para todos!

A imagem veio daqui













2 comentários:

Fernando Augusto disse...

Bom dia, Vi(d)a!

O Todo é mente. O universo é mental. Eis o primeiro princípio hermético. Dizer isto é dizer que tudo é um sonho de uma mente infinita e inimaginável que alguns chamam de Deus (palavra impregnada de um forte conteúdo pessoal, infelizmente), outros de Tao, Intento, Força. Somos parte deste sonho. Somos sonhados e podemos nos tornar sonhadores. A realidade não é realidade, a realidade é sonho e interpretação. Se percebermos isto poderemos nos tornar um com o Poder, com o Sonhador.

Para tal precisamos assumir a nossa responsabilidade na criação de nossa realidade e nos apoderarmos de nossa mente, não deixar que ela rode programas implantados e automáticos que nos farão ser apenas vítimas de forças externas.

Nos deixar levar de roldão por estas forças é desperdiçar uma oportunidade incrível de sermos co-criadores da realidade.

Fica então esta passagem do Poder do Silêncio, de Carlos Castaneda, para refletirmos:

— Que sensação estranha: perceber que tudo que pensamos, tudo que dizemos depende da posição do ponto de aglutinação — comentou.

E aquilo era exatamente o que eu estivera pensando e rindo a respeito.

— Sei que nesse momento seu ponto de aglutinação moveu-se e que você compreendeu o segredo de nossas correntes. Elas nos aprisionam, mas mantendo-nos pregados em nosso confortável ponto de auto-reflexão, defendem-nos dos assaltos do desconhecido.

Eu estava tendo um daqueles extraordinários momentos nos quais tudo a respeito do mundo dos feiticeiros estava claro como cristal. Compreendia tudo.

— Uma vez que nossas correntes são cortadas — continuou Don Juan —, não estamos mais presos pelas preocupações do mundo cotidiano. Permanecemos num mundo cotidiano, mas não pertencemos mais a ele.

Para isso ocorrer, devemos partilhar das preocupações das pessoas, e sem correntes não conseguimos.

Don Juan contou que o nagual Elias explicara-lhe que o que distingue pessoas normais é que partilhamos de um punhal metafórico. As preocupações de nossa auto-reflexão. Com esse punhal, cortamo-nos e sangramos; e o trabalho de nossas ca¬deias de auto-reflexão é proporcionar-nos a sensação de que estamos sangrando juntos, que estamos partilhando de algo maravilhoso: nossa humanidade. Mas se fôssemos examiná-lo, iríamos descobrir que sangramos sozinhos; que não estamos partilhando nada; que tudo o que estamos fazendo é brincar com nossa reflexão, manipulável e irreal, feita pelo homem.

— Os feiticeiros não se encontram mais no mundo dos afazeres diários — continuou Don Juan — porque não são mais presa de sua auto-reflexão.

No intento,

F.A.

Anônimo disse...

É bem assim que estou me sentindo já desde ontem. É uma sensação estranha, parece até que caí do paraíso... e votei ao 2 de espadas hoje.
E eu nunca estive tão certa de que a minha percepção tem determinado tudo isso.
Vou seguir o coselho e dar uma sacudida por aqui. Vamos ver se essa energia se transforma.